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15 de janeiro de 2010

Laia - Viva Jesus e mais Alguém

“Portugalidade. Alguém que decida o que é isso. Qual a sua semântica. Até quando o bigode. Alguém que seja taxativo e decida o que é isso. Laia encaixa dois tipos de portugalidade. A aparente e a fictícia. Entre a conquista e o medo. O destino e o desenrascanço. No fundo, a bipolarizada pátria. O país dos heterónimos. Laia é isso tudo sem ser o que quer que seja. Instrumentos alterados. Gravados para um computador em freguesias cosmopolitas e numa ilha lusófona. Guitarras eléctricas, mornas, adufes, coros de vozes. Um cabo-verdiano devorador de bossa-nova (Milton Castro). Um marialva punk com patilhas até ao peito (Hélder Almada). Juntos arredondam o rock e procuram os cantos de uma canção. Se Carlos Paredes não é pós-rock, então o que andamos aqui a fazer? Alguém que decida o que é isso…”



Tracklist
1 - Abater
2 - Arruada
3 - Ladaínha
4 - Guincho
5 - Depois do Azar
6 - Tabefe
7 - Fustigar uma Pedra
8 - Docente

Laia no MySpace

1 de outubro de 2009

Kwoon - Tales and Dreams

Um dia o pai conta para o seu filho a história da sua vida. Conta-lhe sobre o lugar que um dia conheceu, onde tudo está em constante transformação. Um lugar cheio de ilusões que se tornam desilusões, onde o bem se torna o mal. Agora o pai conta a seu filho que a vez de ele partir para aquele lugar chegou. Chegado lá ele deve seguir os seus pensamentos, lutar pelo que deseja e nunca desistir perante as adversidades. Assim ele se tornará forte e capaz de sobreviver naquele lugar por vezes tão cruel e hostil, e encontrar a paz.
Cansado e impotente perante o desvanecer de suas pernas, seu pai aceita com natural humildade que o fim havia chegado para ele. A impossibilidade de não mais poder acompanhar seu filho e a certeza que deixou um legado assinalam o acto de submissão. Orgulhoso, ele vê seu filho voar, voar livremente comandado por seus sonhos.

“I Lived on the Moon” foi o primeiro single retirado do álbum “Tales and Dreams”, editado em 2006, dos franceses Kwoon.



Dear little lad
Here's the story of my life
I lived on the moon (2x)
Grey flying snakes along
Mountains of destiny while
The three tailed monkeys
Were drawing the stars
Light from the Sun and I
Hide myself on the dark side, alone
I've run so far
To find my way
Then I dream again...alone
Dear little boy, listen
To voices of your soul
It showed you the way of
Silence and peace
Follow your thought and fly
Choosing all the things that you desire
Giant waves, fireflies...
Your dream will be your only shell
Your secrets, your hiding place, my son
Don't let them try
To crush your brain
Let you go far
...my son

Tracklist
1 - Intro
2 - I Lived on the Moon
3 - Blue Melody
4 - The Beast
5 - Eternal Jellyfish Ballet
6 - Tinklëh
7 - Tinklëh Skofa
8 - The Door
9 - Kwoon

Kwoon site
Kwoon no MySpace

17 de setembro de 2009

Fanfarlo - Reservoir

Aqui está aquele que para mim pode já ser considerado o melhor álbum de 2009! O ano ainda não acabou, é certo, mas acho muito difícil que algum mais se aproxime sequer desta obra.

Fica a versão acústica da música “Comets”.



Tracklist
1 - "I'm A Pilot" – 4:31
2 - "Ghosts" – 4:18
3 - "Luna" – 4:37
4 - "Comets" – 5:44
5 - "Fire Escape" – 3:00
6 - "The Walls Are Coming Down" – 4:15
7 - "Drowning Men" – 4:16
8 - "If It Is Growing" – 2:43
9 - "Harold T. Wilkins, or How to Wait for a Very Long Time" – 4:02
10 - "Finish Line" – 3:40
11 - "Good Morning Midnight" – 1:26

Site da banda Fanfarlo
Ouvir no MySpace

7 de agosto de 2009

“Rockets Fall on Rocket Falls” - Godspeed You! Black Emperor

Desde 2003 que nunca mais se ouviu falar nada sobre esta banda. Os seus integrantes dispersaram-se e andam agora distribuidos por outros projectos, A Silver Mt. Zion, Fly Pan Am, Hrsta e Set Fire to Flames. Correram rumores do seu fim, mas não passaram disso mesmo, rumores!

Godspeed You! Black Emperor é/foi uma banda de post-rock instrumental canadense formada em 1994. GY!BE, como comummente é chamada, sempre foi uma banda muito peculiar. Composta geralmente por 9 membros, o número podia em concertos ascender aos 20! Dá para imaginar? Dois baixos, guitarras, violinos, instrumentos de percussão, sopro, etc…, tudo ao mesmo tempo! Outra particularidade é o facto de os álbuns não irem além de 2 a 4 músicas, muitas delas a ultrapassarem os 20 minutos de duração e de pura abstracção. Os membros da banda sempre recusaram protagonismos, evitavam os flashs das câmaras, não gostavam de dar entrevistas e muitas das vezes actuavam de costas voltadas para o público, por isso eram vistos como anti-sociais. A verdade é que apenas viviam a música muito interiormente abstraindo-se de tudo o que os rodeava, e o que exteriorizavam era pura arte.

Editaram 3 álbuns, “F♯A♯∞” em 1997, “Lift Your Skinny Fists Like Antennas to Heaven” em 2000 e “Yanqui U.X.O.”, do qual faz parte a música do videoclip, em 2002, e um EP, “Slow Riot for New Zerø Kanada” em 1999.



Godspeed You! Black Emperor

17 de abril de 2009

Fleet Foxes - Fleet Foxes

Este álbum já cá deveria estar há muito mais tempo, mas entre adiamentos e esquecimentos lá foi passando. Afinal de contas trata-se daquele que é considerado um dos melhores álbuns de 2008, não só pela critica especializada, mas também pessoalmente, pois foi do melhor que ouvi, e onde apenas encontro paralelo no “40.02” dos nossos peixe : avião.

Fleet Foxes, é uma banda de Seattle, formada por Robin Pecknold, vocalista e guitarrista; Skye Skjelset, guitarrista; Casey Wescott, tecladista e vocalista; Joshua Tillman, baterista e vocalista; e Christian Wargo, baixista. Outros instrumentos como o Bandolin e o piano são utilizados, empregando às músicas melodias mais brilhantes com elementos de folk e rock.

“Fleet Foxes” está revestido de músicas com instrumentais bastante intensos e coro de vozes harmoniosas, de tal forma que é capaz despertar sentimentos e sentidos. O encarte, com enfoque para o tipo de vida do meio rural durante a era medieval, traduz também ele de forma genial o significado que as músicas querem transmitir. É por isto, e acima de tudo, por ser uma lufada de ar fresco na música alternativa, que Fleet Foxes merece o lugar de destaque que possui actualmente.

Deste álbum destaco as faixas “Quiet houses” e “Blue ridge mountains”, mas todo ele merece uma audição completa e cuidada.



Tracklist
01 - Red squirrel - Sun rises
02 - White winter hymnal
03 - Ragged wood
04 - Tiger mountain peasant song
05 - Quiet houses
06 - He doesn't know why
07 - Heard them stirring
08 - Your protector
09 - Meadowlark
10 - Blue ridge mountains
11 - Oliver james

MySpace

Fleet Foxes

19 de março de 2009

Melpo Mene - Holes







  1. I should get away
  2. Holes
  3. Hello benjamin
  4. Good with the mothers
  5. To be someone
  6. Lady
  7. Dream about me
  8. Wait up
  9. Tropical island
  10. Don't save me

Melpo Mene

14 de fevereiro de 2009

God is an Astronaut - God is an Astronaut




  1. Shadows
  2. Post mortem
  3. Echoes
  4. Snowfall
  5. First day of sun
  6. No return
  7. Zodiac
  8. Remaining light
  9. Shores of orion
  10. Loss

5 de janeiro de 2009

The Portugals - Setubal EP

The Portugals, são portugueses, do Porto, e eles são Manuel Justo e Paulo Barreto.
Para quem os está agora a descobrir, acabam por se revelar como mais uma surpreendente novidade da música indie portuguesa.
Lançaram em 2008 o EP intitulado “Setubal”, de apenas quatro faixas, muito agradáveis de se ouvirem. O EP pode ser ouvido no “MySpace” da banda. Vale mesmo a pena!

Fica aqui o videoclip da música “GITM”.

  1. GITM
  2. Got new roman
  3. King size broken heart
  4. Love bull

27 de novembro de 2008

Sunset Rubdown - Random Spirit Lover

Sunset Rubdown é uma banda de indie-rock originária de Montreal, Canadá. Spencer Krug, Camilla Wynn Ingr, Michael Doerksen, Jordan Robson-Cramer e Marc Nicol, formam os Sunset Rubdown.
Esta é uma banda claramente influenciada por uma outra, sua conterrânea, os Arcade Fire. As influências são por demais evidentes quando se ouve os dois álbuns de Sunset Rubdown. Até no detalhe de os integrantes da banda serem capazes de tocarem vários instrumentos alternadamente. Mas Sunset Rubdown tem muito mais por onde explorar. O facto do seu quase anonimato permite-lhes maior liberdade na busca de outras sonoridades e fazer algo de diferente, como seja “Random Spirit Lover”.
Músicas como “The mending of the gown”, “Up on your leopard, upon the end of your feral days”, “Winged/Wicked things” e “For the pier” são o testemunho de porque foi “Random Spirit Lover” um dos melhores de 2007.




  1. The mending of the gown
  2. Magic vs. midas
  3. Up on your leopard, upon the end of your feral days
  4. The courtesan has sung
  5. Winged/wicked things
  6. Colt stands up, grows horns
  7. Stallion
  8. For the pier (and dead shimmering)
  9. The taming of the hands that came back to life
  10. Setting vs. rising
  11. Trumpet, trumpet, toot! toot!
  12. Child-heart losers

Sunset Rubdown

24 de outubro de 2008

The Spinto Band - Moonwink

Depois do excelente “Nice and nicely done” os Spinto Band estão de volta aos álbuns. “Moonwink” é o sexto álbum desta banda norte-americana.

The Spinto Band são Nick Krill (guitarra e vocais), Jon Eaton (guitarra), Joe Hobson (guitarra), Thomas Hughes (baixo), Sam Hughes (keyboard) e Jeff Hobson (bateria).

“Moonwink” é um bom álbum de indie-rock carregado de músicas alegres de inicio ao fim. Não é que dele faça parte alguma música candidata a melhor do ano, mas o álbum pode muito bem figurar em qualquer uma lista como um dos melhores dentro do seu género.
Não há momentos calmos. Desde que “Later on” começa, o ritmo vivo das músicas só tem o seu fim com o término de “The black flag”. É um álbum que requer mais que uma audição até que os ouvidos se habituem a ele – “Primeiro estranha-se. Depois entranha-se.”.
Destacam-se faixas como “Later on”, “Needlepoint”, “Pumpkins and paisley” e “Ain’t this the truth”. Sem duvida um álbum de audição obrigatória.


  1. Later on
  2. Vivian, don't
  3. Summer grof
  4. The Carnival
  5. Needlepoint
  6. The cat's pajamas
  7. They all laughed
  8. Pumpkins and paisley
  9. Ain't this the truth
  10. Alphabetical order
  11. The black flag

The Spinto Band

12 de outubro de 2008

Balmorhea - Rivers Arms

Hoje trago algo um pouco diferente daquilo que é costume aqui deixar.
Apresento-vos Balmorhea, banda do Texas formada pelo duo Rob Lowe e Michael Muller, acompanhados por um quarteto de instrumentos de cordas (violino e cello).
Este ano lançaram o seu segundo álbum, “Rivers Arms”. Um álbum de música calma e relaxante à semelhança de uma rua deserta a preto e branco no silêncio. Aqui não há “barulho”, não há guitarras eléctricas nem distorções, não há um baixo nem uma bateria a marcar o ritmo. Há sim um piano e uma guitarra acústica, melodias de acordes dedilhados simples e naturais.
Para ouvir aqui fica…“Limmat”.



  1. San solomon
  2. Lament
  3. The summer
  4. The winter
  5. Greyish tapering ash
  6. Baleen morning
  7. Barefoot pilgrims
  8. Context
  9. Process
  10. Divisadero
  11. Limmat
  12. Theme no.1
  13. Windansea
  14. San solomon (reprise)

Balmorhea

5 de outubro de 2008

Mogwai - The Hawk is Howling

No filme “Gremlins” existiam umas personagens que serviram de inspiração para o nome da banda que é hoje em dia o expoente máximo do post-rock, os Mogwai. Os Mogwai são de Glasgow, Escócia. Foram formados em 1995 por Stuart Braithwaite (guitarra) e Dominic Aitchison (baixo). Fazem ainda parte da banda Martin Bulloch (bateria), John Cummings (guitarra) e Barry Burns (guitarra).

As músicas são compostas essencialmente por 3 guitarras, um baixo e bateria, onde a voz prima muitas das vezes pela ausência. Muitas são de extrema subtileza onde a melodia de uma guitarra pode passar despercebida, outras podem parecer apenas uma “confusão” de guitarras, mas em Mogwai, lá bem no fundo, há algo mais para ser extraído: uma distorção, um efeito…

Este ano voltaram ao estúdio e gravaram o sexto álbum de originais, “The Hawk is Howling”. Deixo para ouvir “I'm jim morrison i'm dead”.



  1. I'm Jim Morrison, i'm dead
  2. Batcat
  3. Danphe and the brain
  4. Local authority
  5. The sun smells too loud
  6. Kings meadow
  7. I love you, i'm going to blow up your school
  8. Scotland's shame
  9. Thank you space expert
  10. The precipice

Mogwai

31 de agosto de 2008

Peixe : Avião - 40.02

Em Portugal também se faz boa música indie. A prova disso é o álbum de estreia dos bracarenses Peixe : Avião. O álbum chama-se “40.02” e chega às lojas dia 15 de Setembro.

No “MySpace” da banda podem ser ouvidos alguns temas que fazem parte do álbum, como “A espera é um arame” e “Camaleão”, transmitindo já uma ideia do que poderá vir a ser o resto da obra. As influências de Radiohead são bem perceptíveis ao ouvido, fazendo lembrar o tão aclamado “Ok Computer!”.

Os Peixe : Avião são formados por Ronaldo Fonseca (voz), André Covas (guitarra), Luís Fernandes (guitarra), Zé Figueiredo (baixo) e Pedro Oliveira (bateria).

Aqui fica o videoclip para o single “A espera é um arame”.

  1. A espera é um arame

  2. Barro e lama em mão alheia

  3. Frio bafio

  4. Camaleão

  5. Nortada

  6. Barbitúrica luz

  7. Atiro ao alvo

  8. Folha

  9. Sabujo

  10. Estátua de espanto

26 de agosto de 2008

Gregor Samsa - Rest

Gregor Samsa é uma banda norte-americana, formada na Virgínia no ano 2000 pelo vocalista e guitarrista Champ Bennet. Para além da voz de Champ Bennet as canções contam também com a doce voz de Nikki King. Fazem ainda parte da banda Jeremiah Klinger (guitarra), Cory Bise (baixo), Billy Bennet (bateria), Mia Matsumiya (violino) e Toby Driver (clarinete). Como se não bastasse por vezes há ainda a contribuição de outros músicos, quase transformando a banda numa orquestra com uma grande diversidade de instrumentos, à semelhança do que acontece com os Godspeed You! Black Emperor.
Como curiosidade, o nome Gregor Samsa teve origem na personagem que se transforma em insecto no livro “A Metamorfose” de Franz Kafka.

As suas músicas, algo lentas, fazem lembrar bandas como Slowdive e Low, devido às duas vozes em conjunto de Champ e Nikki.

“Rest”, editado em Maio de este ano, é um álbum semelhante ao que já vínhamos habituados a ouvir de Gregor Samsa…Calmo, etéreo, progressivo e atmosférico. “Jeroen van aken” é sinónimo disso mesmo.


  1. The adolescent
  2. Ain leuh
  3. Abutting, dismantling
  4. Company
  5. Jeroen van aken
  6. Rendered yards
  7. Pseudonyms
  8. First mile, last mile
  9. Du meine leise

Gregor Samsa

13 de agosto de 2008

The Mary Onettes - The Mary Onettes

The Mary Onettes é uma banda de indie-rock proveniente de Jönköping, Suécia. Formada no ano 2000 por Philip Ekström (vocais e guitarra), Petter Agurén (guitarra), Henrik Ekström (baixo) e Simon Fransson (bateria), a banda teve um percurso atribulado devido a contratos com editoras até que conseguisse editar o seu primeiro álbum. Foi então que em 2006 a editora sueca “Labrador” lhes reconheceu o devido valor, e em 2007 puderam finalmente editar o seu primeiro álbum homónimo “The Mary Onettes”.

As influências da banda são The Cure e Stone Roses, sendo o som o resultado de uma mistura de indie-rock actual com o rock produzido por aquelas bandas nos anos 80 e 90.

A banda tem marcado para Portugal dois concertos nos dias 29 de Setembro no “MusicBox” (Lisboa) e 01 de Outubro no “O Meu Mercedes” (Porto).

Para ouvir, aqui fica “Lost”...realmente viciante!




  1. Pleasure songs
  2. Lost
  3. Void
  4. The laughter
  5. Slow
  6. The companion
  7. Explosions
  8. Henry
  9. Under the guillotine
  10. Still

The Mary Onettes

1 de agosto de 2008

Stafraenn Hákon - Gummi

Stafraenn Hákon é mais uma banda proveniente de Reykjavíc, Islândia. Foi formada em 1999 por Ólafur Josephsson, Samuel White e Daniel Lovegrove, recorrendo por vezes a outros músicos como Birgir Hilmarsson e Sigur Rós.

O som, uma mistura de post-rock, ambiente e electrónica, assemelha-se muito ao produzido pelos seus compatriotas Sigur Rós, Múm e Amiina.

Até agora a banda conta com 5 álbuns e 2 Ep’s, ao inicio todos eles apenas lançados na Islândia.
Editado em 2006, “Gummi” é o mais recente trabalho da banda. É composto por 9 suaves e viajantes faixas, algumas delas somente instrumentais de onde se destaca a melódica “Járn”. As harpas que compõem esta música foram gravadas no interior de uma igreja, tendo a colaboração de Lárus Sigurðsson.



  1. Járn
  2. Svefn
  3. P-rofi
  4. Rjúpa
  5. Hausi
  6. Kvef
  7. Þurr Þurr
  8. Glussi
  9. Veggur

Stafraenn Hákon

29 de julho de 2008

Explosions in the Sky - All of a Sudden I Miss Everyone

Explosions in the Sky é uma banda de post-rock experimental originária de Austin, Texas. Formada em 1999, é composta desde o inicio por quatro elementos, Munaf Rayani (guitarra), Mark Smith (guitarra), Michael James (baixo) e Chris Hrasky (bateria).

As suas músicas, ora calmas e serenas ora explosivas, caracterizam-se por serem totalmente instrumentais e progressivas, levando-nos muitas das vezes a moldar o nosso proprio ambiente em volta delas.

“All of a Sudden I Miss Everyone”, editado em 2007, é o ultimo álbum da banda e dele se destaca a belíssima faixa “Welcome, ghosts”.



  1. The birth and death of the day
  2. Welcome, ghosts
  3. It's natural to be afraid
  4. What do you go home to?
  5. Catastrophe and the cure
  6. So long, lonesome

Explosions in the Sky

26 de julho de 2008

Tocamos para sempre com um zumbido nos ouvidos

No mesmo dia em que Sigurrós via a luz do dia pela primeira vez após nove meses de gestação, o seu irmão Jónsi e mais dois amigos davam à luz aquela que viria a ser uma das bandas mais alternativas e originais do mundo da música, os Sigur Rós!
São os criadores de melodias hipnotizantes, capazes de nos transportar para espaços imaginários à medida que o ouvido as vai absorvendo.
A beleza natural do seu país é a inspiração para as suas músicas tão gélidas e distantes. São músicas que não se “abrem” sem que antes o mereçamos, exigindo-nos tempo e dedicação. Contudo a recompensa é enorme, ao descobrirmos que dentro de tanta frieza está algo tão belo e reconfortante. Até há bem pouco tempo...

E talvez porque “Með suð í eyrum við spilum endalaust” é o primeiro álbum da banda gravado fora dos ambientes de Reykjavík, as músicas que o compõe são agora mais acessíveis ao ouvinte. A originalidade da banda continua lá, apenas é um álbum mais natural, sem efeitos...
A energia toma conta das duas primeiras músicas, “Gobbledigook” e “Inn Í Mér Syngur Vitleysingur”, mas a partir daí toda essa energia se desvanece aos poucos até ao fim do álbum, sem que no entanto deixemos de ter momentos altos, como em “Festival” e “Ára Bátur”. A acabar a melancolia toma a sua vez com “All Alright”, a primeira canção em inglês da banda.
O “natural” neste álbum parece mesmo não conhecer fronteiras como bem atesta o magnífico e muito sensurado videoclip do single “Gobbledigook”. Sintam-se livres...


O álbum pode ser ouvido gratuitamente no site dos Sigur Rós.
  1. Gobbledigook
  2. Inní mér syngur vitleysingur
  3. Góðan daginn
  4. Við spilum endalaust
  5. Festival
  6. Með suð í eyrum
  7. Ára bátur
  8. Illgresi
  9. Fljótavík
  10. Straumnes
  11. All alright